Amizades sem
convivência
Ter com quem dividir a vida.
A private society
Shared passions. A place to belong.
Visão conceitual da primeira casa · IA
O homem que queremos reunir
Ter com quem dividir a vida.
Voltar a fazer o que o move.
Ter onde encontrar os seus.
Uma necessidade antiga. Diferentes formas de viver.
Há séculos, atividades em comum dão forma a sociedades. Vamos voltar no tempo para entender o que reunia essas pessoas.
Ir direto à tese ↓
2026 · O presente
A Veldren propõe uma casa onde correr, jogar e explorar aproximem pessoas. Mas a ideia de reunir uma turma em torno de algo que ela gosta de fazer vem de muito antes dos simuladores.
A pergunta que guia a viagemO que transformava uma atividade em motivo para estar junto?
A proposta de hoje, seguida por três marcos documentados.

Fevereiro de 1993 · Século XX · Goolwa, Austrália
No Goolwa Heritage Club, abre o primeiro shed comunitário para homens registrado pela associação australiana. Um shed é uma oficina de convivência: no movimento, homens fazem móveis, consertam objetos e trocam habilidades. Há espaço também para um café e uma conversa, sem obrigação de produzir.
O que levamos para a VeldrenFazer algo lado a lado dá um motivo concreto para sair de casa e encontrar companhia.

1897 · Século XIX · Londres, Reino Unido
Surge o Automobile Club of Great Britain, criado para desenvolver o automobilismo e representar motoristas. A primeira sede tinha quatro salas. Vieram um salão de automóveis em 1899 e uma viagem coletiva de mil milhas em 1900. Só em 1907 o clube receberia o nome Royal Automobile Club.
O que levamos para a VeldrenUma paixão ganha força quando há um lugar, desafios e experiências para viver com os outros.

14 de maio de 1754 · Século XVIII · St Andrews, Escócia
O primeiro desafio pelo Silver Club marca a fundação da sociedade que daria origem ao Royal and Ancient Golf Club de St Andrews. O ponto de encontro era o golfe: praticar o mesmo jogo e disputar um desafio comum. A pequena sociedade se tornaria uma instituição duradoura.
O que levamos para a VeldrenO jogo pode ser a porta de entrada. A identidade compartilhada dá sentido à sociedade.
2026. O presente.
De volta ao presente · A nossa leitura
Uma oficina, um automóvel, um jogo. Em contextos diferentes, interesses em comum organizaram a convivência. A tese da Veldren é dar a esse encontro uma forma contemporânea: paixões para compartilhar, uma casa para voltar.
O que o mundo já mostrou
Quatro referências.
Quatro aprendizados.
A Soho House mostra que uma comunidade pode ganhar o mundo sem perder sua identidade.Escala informada na comunicação oficial para 2026. Sucesso de alcance e marca, não evidência de lucro.

Uma identidade. Muitas casas.
Pertencimento em escala global.

Muito além de dirigir.
A paixão sustenta a vida social.

O surfe como ponto de encontro.
A paixão ocupa o centro.

Simulação como experiência social.
Uma corrida vira uma noite.
Modelos diferentes. Aprendizados complementares.
A nossa solução
Não é sobre quem você pode conhecer.
É sobre o que vocês gostam de viver juntos.

Um barracão discreto. Materiais honestos. Objetos que contam histórias. A sensação de chegar ao seu lugar.
One Grid Tecnologia proprietária
Continuar para as paixões
01 · Feito pela nossa casa
Um simulador desenvolvido pela One Grid, marca da Fancore. Na Veldren, nossa tecnologia dá forma à paixão e um motivo a mais para voltar.
Desenvolvimento próprio. Experiência compartilhada.
02 · Sob a carenagem
A carenagem se abre e revela o que sustenta a experiência: chassi dedicado, banco em fibra de carbono e posição de pilotagem de fórmula.
03 · A pista responde
Atuadores reproduzem o movimento. A direção devolve a resposta da pista. A telemetria transforma cada volta em uma nova oportunidade de evoluir.
Visual conceitual de IA e especificações do acervo One Grid.
Race. Golf. Flight.
Uma volta melhor. Uma revanche.
Uma história para continuar à mesa.

Entre na pista. Encontre seu ritmo. A revanche pode esperar pela próxima visita.

Pratique uma tacada, aprenda junto e celebre os pequenos acertos.

Explore a aviação em uma experiência de simulação, com orientação e companhia.
Uma noite na Veldren



Uma noite na casa
Cena de produto proposta. Imagens conceituais de IA.
Como fazer parte

O direito de usar a casa, nos termos da oferta.
Paixões e encontros que ganham continuidade.
Fazer parte da vida da sociedade.
Título de usufruto não é participação societária. Preço, prazo, recorrência, transferência e demais condições contratuais a definir. Sem promessa de valorização ou retorno ao membro.
Visão de futuro
Encontrar os seus, onde a vida levar.
Uma rede de casas com a mesma alma.
Uma casa para provar a experiência e a economia.
Paixões diferentes. O mesmo lugar.
Pins ilustram a ambição. Não são unidades abertas ou contratadas.
Novas cidades, datas e acesso recíproco dependem da expansão. Cartografia: Natural Earth.
Planta conceitual de IA, sem escala. Setorização ilustrativa, não projeto arquitetônico.
Terreno, dimensões, capacidades e distribuição final a definir.
Quem está construindo
A Fancore desenvolve marcas e modelos de negócio. A Veldren nasce desse repertório: receber pessoas, criar identificação, expandir experiências e aplicar tecnologia.

Desenvolvimento
de negócios.
Entretenimento e hospitalidade
Rede de pubs sertanejos que combina música, bar e hospitalidade. A noite é pensada como uma experiência, do atendimento à atmosfera.
Identidade cultural e expansão
Rede de bares ligada à cultura do agro e à música sertaneja. Um universo reconhecível, que chega a novas cidades por meio de franquias.
Bem-estar e novas categorias
Estúdios de alongamento assistido por profissionais. Uma tendência internacional traduzida em uma experiência de cuidado e bem-estar no Brasil.
Tecnologia e inteligência artificial
Empresa de tecnologia que aplica inteligência artificial ao atendimento e às vendas. Conecta conversas, automação e processos comerciais.
Esse repertório encontra uma nova proposta:
uma private society movida por paixões compartilhadas.
As conexões representam repertório para a tese, não integrações já implantadas ou garantia de resultado. A experiência de membership e a economia da casa ainda precisam ser validadas.
A trajetória na imprensa
Folks, Agrobar, Estica e Six.
O caminho que nos trouxe até aqui.
Experiência e atendimento no centro. Faturamento citado: 2021.
A trajetória da holding. R$ 200 milhões era a meta para 2026, não receita realizada.
Evolução da rede. Faturamento citado: 2022.
A parceria entre entretenimento, cultura e expansão das marcas.
A chegada do alongamento assistido ao portfólio. Manchete da Gazeta do Povo.
Expansão internacional. R$ 15 milhões era a meta informada para 2026.
Registro do anúncio de expansão. Matéria do Giro News.
Resultados de casos apresentados pela Six, não média geral ou promessa de desempenho.
Manchetes e números pertencem às suas datas e fontes. Não são resultados da Veldren nem endosso dos veículos ao projeto.
Conselho consultivo da Fancore
Capital, tecnologia e negócios globais.
Repertórios que se complementam para orientar os próximos passos.
Conselheiro da Fancore
Fundador e Managing Partner
da KICK Ventures
startups investidas e desenvolvidas
pela KICK Ventures
SAP Brasil e América Latina
Mais de duas décadas em tecnologia, investimentos e desenvolvimento de empresas.
Gama Academy · MedRoom
Empresas do histórico da KICK com operações de aquisição pela Ânima Educação.
Conselheiro da Fancore
Board Member
da KICK Ventures
anos de experiência
no mercado de tecnologia
Dell · Microsoft · R3
Experiência em tecnologia enterprise, mercado financeiro e transformação digital.
Brasil e América Latina
Foi Country Manager Brasil e Head de Vendas para a América Latina na R3.
Conselho consultivo da Fancore, conforme informação dos sócios. Credenciais selecionadas do briefing KICK Ventures fornecido em setembro de 2026. Os 70+ negócios pertencem ao histórico institucional da KICK, não à Fancore ou à Veldren. Empresas citadas representam trajetórias profissionais, não investidores ou parceiras da Veldren.
Rodrigo: apresentação institucional na ABES ↗KICK: trajetória e portfólio ↗Gustavo: liderança na R3 ↗
Escada de capital · visão de longo prazo
Cinco etapas. Uma ambição.
O capital acompanha a capacidade
de entregar o próximo passo.
Testar a experiência
e o modelo de negócio.
Com quem estamos construindo
A etapa atual acontece com empresários do nosso relacionamento.
Começando pela
primeira Veldren.
Fundos de referência
Retenção e economia
por casa.
Fundos de referência
Rede replicável.
Operação consistente.
Fundos de referência
Marca global.
Expansão disciplinada.
Fundos de referência
Cada degrau começa
com uma evidência.
Pre-Seed em andamento para validar o MVP, com empresários da nossa rede. Seed destinado à expansão das casas, começando pela primeira. Os fundos citados são referências do mercado, sem vínculo, negociação ou investimento confirmado na Veldren. A aderência à tese e à geografia ainda precisa ser avaliada. Valores, prazos e condições a definir.
MVP · Cenário de partida
As premissas para começar.
Uma turma fundadora para reunir.
Membros fundadores
Condição de lançamento prevista
para a turma fundadora.
Go to market
Jantar de lançamento
para membros fundadores.
Premissas de partida do MVP, não vendas realizadas. Cenário separado do modelo completo da primeira casa; TIRs não recalculadas com estas premissas.
Um parceiro com capital, presença e afinidade para construir o que vem a seguir.